Associação Profissional de Coaches na Europa
ECA - Portugal

Ética

Princípios profissionais de Coaches Membros da
European Coaching Association

Preâmbulo

Estes princípios profissionais (Ética) determinam a conduta dos coaches membros da European Coaching Association. Eles aplicam-se a qualquer actividade de um coach em relação aos seus clientes, potenciais clientes e pessoas interessadas, colaboradores, associações bem como o público em geral.

Os coaches da ECA voluntariamente comprometem-se a cumprir estes princípios.

A ECA também divulga estes princípios de uma maneira apropriada a todos os colaboradores dos coaches membros e incita-os a observá-los.
Art. 1 A ideia de Humanidade e Seriedade

1. Os coaches baseiam a sua actividade numa perspectiva de atenção para com a humanidade e moral dos valores humanos. Eles tratam todos os clientes com amabilidade, respeito e a dignidade da liberdade e igualdade da existência humana.

2. Os coaches comportam-se sempre no sentido de conhecer as suas responsabilidades para com os seus clientes. Só lhes oferecem os seus serviços quando esperam que tragam benefícios aos clientes. No começo do coaching eles definem juntamente com o seu cliente o conteúdo e a missão do coaching tal como as expectativas e os objectivos de ambos os lados.

3. Os coaches asseguram uma colaboração harmoniosa e confiante com os seus clientes. A colaboração tem de ser uma decisão livre do cliente desde a concordância mútua dos objectivos até esses terem sido concretizados.

4. A conduta dos coaches estará presente também nas actividades extra-profissionais no sentido em que confira confidência e respeito que a sua profissão requer.

Art. 2 Competência Profissional

1. Os coaches agem profissionalmente com as necessidades dos seus clientes de acordo com os últimos desenvolvimentos e metodologias na sua área profissional. Eles trabalham de uma maneira multi-disciplinar.

2. Os coaches só aceitam tarefas para as quais têm conhecimentos profissionais necessários e a experiência, bem como licenças profissionais. Caso sintam em situações especiais que as suas capacidades não são suficientes, devem recrutar o apoio de um colega ou recomendar e dar instruções para a ajuda de um especialista.

3. Os coaches mantém e actualizam os seus níveis de conhecimentos, requeridos para as suas actividades, através de aprendizagem constante em todos os sectores da sua profissão e desta forma, conhecimento constituir uma mais valia acessível aos seus clientes.

4. Os coaches participam na livre troca profissional de ideias com outros coaches e deste modo faz aumentar o nível geral de conhecimento e competência na profissão em si.

Art. 3 Auto-responsabilidade, Independência e Integridade

1. Os coaches trabalham auto-responsavelmente, independentemente e com integridade. Eles não se associam com nenhuma parte, organização ou instituição que viole os direitos humanos ou as leis do seu país. Em particular eles não divulgam ou usam as tecnologias de L. Ron Hubbard.

2. A sua independência profissional baseia-se na sua capacidade para aceitar ou recusar trabalho com o seu próprio discernimento, mesmo se o seu trabalho de coach profissionalmente é realizado como emprego numa empresa.

3. Os coaches respeitam esta liberdade também no caso dos outros coaches serem seus empregadores.

Art. 4 Colisão de Interesses

1. Os coaches informam imediatamente os seus clientes quando se tornam cientes de algum conflito de interesses.

2. Os coaches terminam as suas sessões se existir a ameaça de estarem envolvidos nalguma actividade desleal ou desonesta.

Art. 5 Lealdade Colegial

1. Os coaches relacionam-se entre si numa maneira amigável e leal com atenção para com a imagem dos colegas e da profissão. Falsas e irreflectidas acusações acerca de um colega são contra a ética da profissão.

2. No caso de conflitos entre coaches ambas as partes esforçar-se-ão para atingirem um acordo amigável ou recorrerão à mediação do comité da ECA. No caso de eles considerarem a acção judicial contra um colega, devem informar o comité da ECA antecipadamente e dar-lhe a oportunidade para resolver a questão amigavelmente.

Art. 6 Confidencialidade

1. Os coaches tratam de toda a informação obtida durante a sua actividade profissional com estrita confidencialidade a menos que uma lei válida ou um princípio legal requeira uma excepção. Isto aplica-se também entre os coaches (colegas da profissão).

2. Esta obrigação de confidencialidade aplica-se mesmo depois da relação de coaching terminar.

3. Uma excepção pode ser feita somente quando autorizada por escrito pelo cliente.

Art. 7 Competição

1. Os coaches não oferecem os seus serviços livre de custos, excepto para fazer ofertas, ou em tempo que estão em experiência.

2. Os coaches repeitam os direitos de autor quanto às ideias e publicações dos colegas e só usam estes materiais indicando as fontes.

3. Os coaches recomendam, no caso de necessidade profissional, colegas para os seus clientes só no caso de eles poderem avaliar exactamente as aptidões profissionais do colega. Devem tentar sempre recomendar membros da ECA.

4. Não se devem esforçar por conquistar clientes ou colaboradores de outros coaches membros da ECA.

Art. 8  Remuneração

1. Os coaches empregados são remunerados de acordo com o seu contrato de trabalho.

2. Os coaches independentes recebem os seus honorários directamente dos seus clientes. O seu pagamento terá sido acordado antes de começar as sessões de coaching. Este é adequado ao serviço prestado e deve ser baseado nas recomendações de honorários da ECA. No começo da actividade de coaching terá sido estabelecido os custos adicionais que poderão ser facturados ao cliente.

3. Os coaches da ECA não podem obter vantagem na competição pela renúncia adequada de pagamento.

Art. 9 Publicidade

1. Os coaches só fazem publicidade adequada à sua profissão e à obrigação de lealdade para com os seus colegas. Com a sua publicidade, devem tentar promover a sua profissão e a aceitação pública do profissional de coaching.

2. Os coaches abstém-se de usar publicidade desleal e enganosa. Apresentam as suas qualificações correctamente e honestamente tendo em atenção a sua experiência e capacidades. A sua promoção é baseada no seu nível actual de qualificação.

Art. 10 Princípios Finais

1. Os coaches da ECA têm de se manter informados acerca dos princípios profissionais estabelecidos pela ECA e compromenterem-se com eles. Não podem aclamar ignorância.

2. Qualquer emenda ou aditamento a estes princípios será anunciada por escrito aos membros da ECA. Os coaches têm de se manter actualizados permanentemente dos últimos desenvolvimentos.

 

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